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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Capa de almofada

Essa capa é bem simples. Delineador têxtil e tinta bem aguada. A inspiração veio de uma peça muito especial, que ainda vai render muitas almofadas! Essa já tem dono... ela vai para um lar muito, muito especial!!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Carimbos - como fazer IV

Usei várias cores e vários formatos para os carimbos. Esse, abaixo, gostei muito.

Em preto, variando a espessura da tinta.

Carimbos - como fazer III

Agora que já fiquei íntima do carimbo, comecei a criar. Sempre gostei de papel e aquarela, então essa dupla inspiradora resultou nos trabalhos abaixo.


Depois de seco, fiz uma intervenção com lápis de cor.


Aqui em papel cinza, usando aquarela cinza e rosa.

Carimbos - como fazer II

Depois de esculpida a borracha, não como eu queria porque não tinha os instrumentos mais delicados, fiz alguns testes com tintas. Não quis usar a acrílica porque não queria que ficasse uma camada dura sobre a borracha. Queria usá-la várias vezes. Escolhi, então a aquarela, que se parece com a tinta para estampar tecidos que vou usar. A borracha repeliu um pouco a tinta então tive que usá-la mais expessa. Os resultados foram esses:

Aqui a borracha esculpida e os primeiros testes com a aquarela. Escolhi um papel com textura, então ficou bem marcada na hora de carimbar. dá para perceber que a tinta foi aquarelada, e as imperfeições fazem parte do trabalho. Gostei muito!

Comecei a varia na cor e na aplicação no papel. Esses foram com a tinta aquarela em bisnaga, mais espessa, vermelha, vinho e ocre.

Aqui a tinta está mais espessa, então não percebemos tanto a textura do papel. Ao lado, o carimbo.

Carimbos - Como fazer

Tenho visto alguns trabalhos feitos com carimbos e me entusiasmei. Fui procurar a base para o carimbo, como vi em alguns sites norteamericanos e alemães, mas, infelizmente, não encontrei aqui aquelas borrachas para esculpir. Procurei então o linóleo, que é usado para fazer gravuras, mas achei um tanto caro demais para fazer testes, e é muito fino, o que dificultaria bastante a estamparia manual. Serve, claro, para as gravuras, porque é comprimido entre as prensas. Para usar manualmente acho que ficaria com muitas imperfeições.

Procurei então uma borracha que servisse para o que eu queria e encontrei um "copo" de borrachas quadradas, que são pequenas, mas serviriam para os meus testes. Elas tem cinco centímetros de lado e foram as únicas quadradas e razoavelmente grandes que encontrei. Queria um pouco maior porque seria difícil esculpir detalhes nela, o que aconteceu.

Vamos lá... a borracha tinha alguns escritos, então usei uma caneta hidrocor e cobri para não atrapalhar o desenho. Fiz um esboço no papel, no tamanho da borracha.

Abaixo, os primeiros movimentos. Nos posts posteriores, o resultado aplicado em papel.

O esboço foi feito no tamanho da borracha. Fiz alguns detalhes que depois, não puderam ser esculpidos porque eram muito pequenas e minhas ferramentas não permitiram.

Detalhe da borracha e das goivas que usei para esculpir. Para um carimbo tão pequeno, precisaria de instrumentos um pouco mais delicados.

Usei um lápis 6B para escurecer um pouco a borracha e visualizar os limites do que eu estava esculpindo.





terça-feira, 21 de maio de 2013

Passo a passo - Centro de mesa

Seguindo a inspiração dos azulejos, estes centros de mesa medem 1,0x1,0m. Rascunhei em papel, e estiquei o tecido. Usei delineador têxtil para isolar as áreas de cor e comecei com a cor Cinza Lunar. O tecido que escolhi foi o voal. O voal parece frágil, mas é um tecido muito, muito resistente. Tenho peças aqui que já duram dez anos, sempre usei máquina de lavar, e estão lindas como se tivessem sido feitas agora. Vale a pena apostar neste tecido. No link http://estampariaartesanal.blogspot.com.br/2013/03/um-cantinho-especial.html
tem um caminho de mesa em voal. Dá pra ver como fica sobre a mesa. Fica leve mas as cores continuam fortes e bem definidas.





Queria uma cor que criasse um contraste, então escolhi o Goiaba Queimada, que, apesar de não ser tão intensa, fez o contraste com o Cinza Lunar.




Agora queria cores que se harmonizassem. Entre os contornos das "pétalas" usei o Cerâmica. Um pouquinho mais escuro e mais apagado que o Goiaba Queimada. Ainda quero usar o Ocre Ouro e o Sépia, para finalizar. Assim que estiver pronto, posto aqui!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Peças de inverno

Comecei a pensar as peças de inverno, as padronagens.... Gosto de tecidos leves mesclados com tecidos pesados. Essa é em musseline, fico imaginando um vestido dela, com forro preto... quero pra mim...

Abaixo todo o processo. Quem se anima?

Esticar a musseline no bastidor. Com a tinta marfim, da Acrilex (Aquarela Silk), dar as primeiras pinceladas, formando pequenas flores.

Com o delineador têxtil, fazer alguns desenhos sobre as flores. Lembre-se que o delineador isola o tecido. Onde estiver desenhado com o delineador a próxima tinta não será fixada.

Com a tinta preta e água, começar a fazer o fundo.


Escolhi uma terceira cor, o vinho. Fiz algumas intervenções isoladas. Sempre usando água para dissolver.


Usei o Terra Queimada para fazer as listas. Sempre diluído. Depois o Ocre Ouro para as flores que ficaram fora das listas.
Por último, usei o delineador preto para fazer alguns contornos nas flores.


terça-feira, 19 de março de 2013

Um cantinho especial....



Caminho de mesa, da série Azulejos Hidráulicos. Este está em um local muito especial, cheio de energias boas...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Azulejos hidráulicos - Caminhos de mesa


A Inspiração para pintar esses caminhos de mesa veio dos azulejos hidráulicos. Até hoje eles continuam sendo feitos um a um, artesanalmente, como há mais de um século.

Faz-se um molde de bronze para cada padrão, separando cada cor. O molde é ajustado a uma moldura de ferro, exterior. Cada parte do molde é preenchida com cor e depois com uma mistura de pó de mármore e cimento branco. O molde é retirado e o azulejo é comprimido em uma prensa. Depois, submergido em água por 24 horas e armazenado em um ambiente úmido para cristalização do cimento durante quatro semanas. Um processo lento e cuidadoso.



Quando cheguei ao Rio, claro, a beleza natural me chamou muito a atenção, mas as construções, as casas antigas, as grades de ferro e os azulejos... lindos... os pisos decorados... como são bonitos os padrões, as cores, as formas...

Tudo o que vejo, tudo o que ouço me inspira, e os azulejos ficaram sempre na minha mente como uma promessa de fazer. Muito tempo.... foram rascunhos, voram vontade, e agora são de verdade.

Os desenhos são rascunhados em papel (quase sempre), mas sempre, sempre viram outra coisa quando olho aquele tecido esticado branco, esperando o desenho, a cor...